16 agosto 2013

Futebol: LEC e FEL se reúnem para falar dos estádios em Londrina

Nesta quinta-feira (15), os presidentes do Londrina Esporte Clube (LEC) e da Fundação de Esportes (FEL), Claudio Canuto e Ângelo Deliberador, se reuniram para falar sobre a situação dos estádios do Café e do Vitorino Gonçalves Dias (VGD).

O primeiro deles, sobre o popular VGD, o LEC ainda aguarda a definição por parte Prefeitura sobre a concessão do estádio, que garante a reintegração de posse por mais dez anos ao clube.

Segundo Canuto, a opção seria a mais viável para o poder executivo. Não temos a concessão desde 2011, mas estamos tentando regularizar essa situação junto ao município. Com a reintegração de posse por mais dez anos, caberia ao LEC ficar responsável pela sua estrutura, principalmente, com relação à marquise, que é mais urgente. Seria um patrimônio público a menos de responsabilidade deles, que seria bem administrado por nós, seja para o mando de jogos, da própria escolinha e outras atividades envolvendo toda cidade?, disse Canuto, que espera uma resposta oficial da Procuradoria e Controladoria da Prefeitura.

Já sobre o Café, ficou determinado que a FEL não cobrará mais o aluguel do espaço, mas somente para o dia de jogos.

Em contrapartida, cabe ao LEC ficar responsável pela limpeza do estádio.

A solução também agradou o presidente. "É bom que exista o diálogo entre as partes, no entanto, importante mesmo é saber que o maior beneficiado será a torcida, que terá um melhor atendimento. Vamos ampliar o número de pessoas que vai trabalhar no campo, o que vai oferecer mais conforto para o torcedor que vai ao estádio", afirmou.

Outro assunto em pauta foi a troca do gramado do estádio do Café, onde o Tubarão mandou seus jogos como mandante na temporada 2013.

De acordo com o presidente da FEL, Ângelo Deliberador, o momento é de apenas soluções paliativas. "Agora o melhor a ser feito é a hidratação do gramado e a readaptação do solo com relação a adubação. Posteriormente, quando a temperatura favorecer, ou seja, em uma época mais quentes, deve ser feito controle da praga, porque é mais eficiente. E, no segundo momento, aí sim será feito a troca do gramado, prevista para o ano que vem, mas sem mexer no terra e na irrigação", informou Deliberador, que acredita em uma demora de no máximo três meses a partir do momento que o calor começar a prevalecer.

Foto: Assessoria

(Catve)